Só não se perca ao entrar no meu infinito particular…

Eu não costumo vir aqui na sexta feira à noite escrever aqui. Aliás, faz tempo q não venho aqui escrever. Não sei se estou em dívida com quem vem ler ou comigo mesma que escrevo. Não tenho refletido muito, apenas tenho vivido. Ou, pelo contrário, até reflito, mas perdi um pouco a mão na contação de histórias da minha vida. Nessa temporada da minissérie da minha vida descubro que sou um personagem comum. Vou ser mais um multidão. Não, eu não acho mais que vou ser cantora, escritora, não vou modificar o mundo,não vou ser uma pessoa que vai criar uma nova teoria da relatividade. Vou ser comum mesmo. E, sinceramente, nem me incomoda. No meu infinito particular, no meu universo mínimo vou construir o meu mundo.  Nessa época de voyeurismo e exibicionismos estou tendendo a me esconder. ” o que eu ganho o que eu perco ninguém precisa saber”.

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